A importância da inovação e como implementá-la

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Quando pensamos em empresas que conseguiram se sobressair independente dos tempos de crises, notamos que, em sua maioria, a inovação é prioridade. São poucas aquelas que superam as crises (ou até mesmo se superam) e continuam simplesmente a sobreviver. A inovação é notada como fundamental para sobreviver num cenário que se torna cada vez mais competitivo, no entanto, poucas empresas colocam em prática iniciativas para implementá-la.

Podemos levantar duas razões para que isso não ocorra: uma visão ultrapassada sobre inovação e o desconhecimento de ferramentas que alavanquem a inovação no cenário corporativo. Muitas pessoas tendem a compreender inovação como uma vertente restrita a empresas que lidam diretamente com alta tecnologia e exercem grandes investimentos em áreas de pesquisa e desenvolvimento.

No entanto, devemos saber que a inovação tem um aspecto muito mais amplo: ela pode surgir através da prospecção de novos clientes ou mercados, da gestão de potenciais parcerias estratégicas ou modelos de negócios… Enfim, a inovação é uma maneira de desenvolver novos valores se diferenciando da concorrência. Sendo assim, é possível que uma empresa aja de maneira extremamente inovadora, não necessariamente oferecendo um produto superior ao de seus concorrentes.

Podemos destacar uma característica que é fundamental em termos de inovação. Ela deve ser geradora de valor para toda a cartela de stakeholders da empresa: clientes (que podem comprar melhor a marca), parceiros estratégicos (que podem compartilhar os riscos e retornos), investidores (que podem resistir as crises, gerando um retorno alto) e, finalmente, para os colaboradores (que se beneficiarão de um ambiente mais frutífero).

Ferramentas da inovação

Para a segunda razão para que a inovação não ocorra, precisamos discutir sobre dois grupos. O primeiro promove o alinhamento estratégico para com o alinhamento da inovação. Auxilia na otimização dos portfólios de projetos, alinhando cada um deles com as estratégias de crescimento da empresa, promovendo ajustes de acordo com riscos que são inerentes a eles, direcionando de maneira efetiva os recursos para os projetos que resultem em vantagens competitivas, potencializando os resultados a serem alcançados. Além disso, trabalha a identificação e a gestão de parceiros estratégicos, compartilhando riscos e resultados.

Este segundo grupo é formado por ferramentas que potencializem a operacionalização da inovação empresarial. Alguns exemplos disso podem ser: a identificação de possíveis barreiras culturais que travam o desenvolvimento de um ambiente propício à inovação e métricas capazes de efetivar seu gerenciamento; o levantamento e a captura de insights gerados por consumidores e colaboradores de quaisquer níveis hierárquicos, de maneira estruturada com suporte da tecnologia da informação; pela efetivação de uma gestão prática e eficaz do pipeline dos projetos, possibilitando acelerar ou desacelerar a implementação de estratégias que supram as necessidades de inovação da empresa.

É importante salientar que a inovação não está restrita a empresas de alta tecnologia. Esta é uma competência que pode ser desenvolvida em qualquer tipo de empresa, de quaisquer segmentos, já que existe uma abordagem sistêmica capaz de auxiliar as empresas a operacionaliza-la. Porém, há uma condição primordial para que a inovação se firme como fonte sustentável de geração de valor: ela deve ser explícita para todos os stakeholders, estando alinhada com os objetivos de longo prazo das empresas.

Sendo assim, cabe uma pergunta: quais são as estratégias que sua empresa está tomando em relação à inovação para que ela não fraqueje na próxima crise?

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